Doutora Jane homenageia mulheres que mantêm vivo o samba em sessão solene na CLDF

A Câmara Legislativa do Distrito Federal realizou, na última sexta-feira, 8 de maio, sessão solene em homenagem ao Dia da Mulher Sambista, por iniciativa da deputada distrital Doutora Jane



A solenidade foi marcada pelo reconhecimento à trajetória, ao talento e à força das mulheres que ajudam a construir e preservar uma das maiores expressões da cultura popular brasileira.

Celebrado oficialmente em 13 de abril, data de nascimento de Dona Ivone Lara, o Dia da Mulher Sambista remete ao legado de uma das maiores referências do samba no país. Pioneira, Dona Ivone Lara foi a primeira mulher a assinar um samba-enredo no carnaval carioca e abriu caminhos para tantas outras mulheres que, com arte e resistência, fizeram do samba também um espaço de protagonismo feminino.

Durante a homenagem, a Doutora Jane destacou a importância de reconhecer a mulher sambista como “força artística, resistência histórica e contribuição para a identidade cultural” do Distrito Federal e do Brasil. Para a parlamentar, a celebração é uma forma justa de valorizar mulheres que, com talento, sensibilidade e coragem, mantêm viva uma tradição feita de memória, ancestralidade, pertencimento e alegria popular.




A sessão também foi um momento de reverência às mulheres que fazem o samba acontecer em diferentes frentes: compositoras, cantoras, passistas, ritmistas, produtoras, baianas, dirigentes e tantas outras que, muitas vezes longe dos holofotes, sustentam com dedicação a história e a força dessa manifestação cultural.

Para Doutora Jane, valorizar essas mulheres é reconhecer que o samba não é apenas música ou festa, mas também identidade, resistência e herança cultural. “Quando homenageamos as mulheres sambistas, homenageamos também a coragem de quem abriu caminhos, enfrentou preconceitos e ajudou a escrever uma parte tão bonita da nossa história”, destacou.

A solenidade reforçou o compromisso do mandato com a valorização da cultura, da memória e do protagonismo feminino em todos os espaços da sociedade. Afinal, onde há samba, há também a marca de muitas mulheres que transformaram ritmo em história e fizeram da própria arte uma forma de resistência.


Fotos: Queren Rodrigues.

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